Os leilões, como modelo de negociação, sofreram grandes mudanças para se adaptar ao avanço tecnológico e à realidade do mundo em que vivemos atualmente. Eles se modernizaram. Com isso, é um dos setores da economia em constante crescimento.

Uma dessas mudanças está em sua forma. Antes, os leilões eram apenas presenciais. “Se você quisesse dar um lance em algum ativo que te interessasse, era preciso ir até o evento, ou mandar algum representante. Não tinha outra forma”, conta Mauro Zukerman, o leiloeiro de maior expressão no Brasil.

E essa necessidade de estar fisicamente presente, nos dias atuais, pode ser um inconveniente. Assim, para se adaptar ao mundo moderno, surgiram os leilões online. Mauro Zukerman conta que, nesses casos, basta se cadastrar previamente no site da empresa responsável pelo leilão para garantir login e senha. Com esses dados, você tem acesso a uma espécie de auditório virtual, onde poderá conferir os bens leiloados e fazer seus lances.

Muitas empresas hoje fazem os leilões simultâneos, onde há um evento presencial, mas os interessados também podem dar lances em tempo real, pela internet. Essa é a forma mais fácil para unir os dois tipos de público: quem ainda prefere dar seu lance de forma presencial e quem prefere a comodidade da internet para tal”, analisa Mauro Zukerman.

Mas qual é melhor? Leilão presencial ou online?

E para essa pergunta, não há uma única resposta. “Os dois resultam no mesmo fim, isso é, dão a oportunidade para o consumidor dar lances para adquirir um bem de seu interesse, por preços menores do que praticados no mercado”, conta Mauro Zukerman. “O que há de ser considerado é qual formado mais agrada e é mais fácil para esse consumidor”, diz.E, nesse caso, do lado do evento presencial, deve ser considerado aspectos como disponibilidade, tempo de deslocamento e emprego financeiro para tal. Do lado dos leilões online, é necessário considerar a familiaridade com o formato e com o ambiente digital e a disponibilidade de computador e internet.